Ignorar Comandos do Friso
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COMISSÕES DE ACOMPANHAMENTO

1. As Comissões de Acompanhamento (CA) do Programa de Doutoramento em Psicologia Aplicada serão nomeadas após a apresentação das candidaturas ao Programa. Terão como primeira missão pronunciar-se sobre a admissibilidade dos projectos de doutoramento, no acto de análise das candidaturas. A CA será composta pelo orientador/a, por um elemento sugerido pelo orientador/a, e por um elemento sugerido pela Comissão Directiva. Esta Comissão deve pronunciar-se por escrito sobre o projecto, podendo fornecer sugestões e/ou orientações que possam melhorá-lo.

2. O/a estudante deve utilizar da melhor forma possível as sugestões/orientações da CA, ao longo do 1º ano de curso.

3. No final do primeiro ano de curso, o/a estudante deve apresentar, por escrito, o projecto definitivo à CA, acompanhado de uma descrição das actividades desenvolvidas para a sua consecução. Nos anos subsequentes, o/a estudante deverá apresentar um relatório das actividades desenvolvidas e da evolução dos trabalhos do Doutoramento.

4. No caso de o/a estudante pedir a suspensão da contagem dos prazos de realização da tese, a CA deve ser informada. No momento em que os trabalhos forem retomados, o/a estudante deverá fazer um ponto de situação junto da CA.

5. Os relatórios apresentados anualmente pelos/as estudantes, até ao dia 10 de Dezembro, serão alvo de discussão pública com a CA.

6. Os relatórios deverão ter a seguinte estrutura: 

1. Sumário do projecto de doutoramento.
2. Actividades realizadas. 
2.1 Revisão da literatura; 
2.2 Recolha de dados; 
2.3 Análise de dados; ​
3. Produção científica. 
4. Treino e formação.
5. Outras actividades.
6. Reflexão (incluindo desvios ao projecto). 
7.Cronograma.

7. As reuniões da CA com os/as doutorandos/as ocorrem, ordinariamente, nos três primeiros dias úteis do mês de Janeiro.

8. O objectivo fundamental das reuniões anuais com a CA é apoiar o doutorando/a na realização da tese. Trata-se, pois, de reuniões de discussão sobre a evolução do projecto de doutoramento, nas quais se espera que a CA formule questões e forneça sugestões que sejam úteis e pertinentes para o desenvolvimento dos trabalhos. Não há lugar a uma ​apresentação formal por parte do/a doutorando/a, iniciando-se as reuniões com as questões e sugestões da CA.

9. No final de cada reunião, a CA deve emitir um parecer, acompanhado de uma das seguintes menções qualitativas: "Parecer favorável", "Parecer favorável com reservas" ou "Parecer desfavorável". Nos dois últimos casos a comissão deve justificar a menção e propor medidas para corrigir a situação. Salvo caso extremos, se não tiver havido anteriormente um parecer "desfavorável com reservas", a CA não deve atribuir um parecer desfavorável;.

a. O parecer favorável deve ser dado em situações em que não há qualquer preocupação ou alteração relativamente ao plano inicial.
b. O parecer favorável com reservas deve ser emitido em situações em que há alguma preocupação com a evolução dos trabalhos. Este parecer deve serencarado como um contributo da Comissão para a melhoria do projecto e não como uma penalização do doutorando/a. Nestes casos, no final do primeiro semestre lectivo, o/a doutorando/a deverá dar conta, junto da CA, do ponto em que se encontram os trabalhos.
c. O parecer desfavorável, que corresponde a uma reprovação na UC de Projecto de Investigação/Tese, deverá ser​devidamente fundamentado pela ​CA.

10. A proposta de júri final das provas de doutoramento deve integrar a Comissão de Acompanhamento.

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TESE

1. As teses podem ser organizadas em formato de artigos ou ter um formato tradicional. As teses em formato de artigos devem conter uma secção com uma introdução, que contextualiza o tópico estudado, e uma secção em que são apresentadas as conclusões da dissertação; 

2. Nas teses em formato de artigos, não se estabelece um número específico de artigos a produzir; 

3. Não é obrigatório os artigos estarem submetidos ou publicados; 

4. Os artigos devem ter o/a estudante como primeiro autor. Se tal não acontecer, a Comissão Directiva deve ser informada e deve emitir parecer vinculativo sobre o assunto; 

5. Os orientadores têm que figurar como co-autores dos artigos; 

6. A Comissão Directiva alerta para a inconveniência da produção de artigos num formato de "piece-meal publication" e desencoraja fortemente esta prática; 

7. A Comissão Directiva encoraja os estudantes a submeterem artigos a revistas de impacto elevado, em detrimento da submissão de múltiplos artigos de impacto mais reduzido; 

8. Os trabalhos desenvolvidos no programa doutoral devem ser submetidos à apreciação do Conselho de Ética da Universidade do Minho.


FUNCIONAMENTO DOS SEMINÁRIOS

1. As UCs de Métodos de Investigação e Análise de Dados (I a IV), bem como as UCs de Estudos Avançados IV, V e VI, foram reorganizadas em módulos, correspondentes a uma lista de seminários, cada um com 1,25 ECTS;

2. Os estudantes, com o aval do orientador, devem selecionar os módulos de um conjunto de UCs, em função das exigências dos seus projectos e das suas competências e necessidades de formação;​

3. A realização de um conjunto de quatro seminários é equivalente à realização de uma UC da lista referida no ponto 1;

4. No fim de cada semestre lectivo, o estudante deve inscrever-se nos seminários que irá realizar no semestre subsequente;

5. A aprovação nos seminários depende exclusivamente da frequência dos mesmos, por parte do doutorando/a.